Deputados estaduais do Rio de Janeiro não alcançaram um consenso que permitisse a aprovação do Projeto de Lei 4.142/2018, que reduz de 16{69386ad192db6c447fd6d404a6ebc86b266e8745e05dbe7a07c3f2a4a8f32d21} para 12{69386ad192db6c447fd6d404a6ebc86b266e8745e05dbe7a07c3f2a4a8f32d21} a alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o diesel. A redução do ICMS, que é um imposto estadual, faz parte do corte de impostos proposto pelo governo federal para baixar o preço do diesel e foi negociado, junto com outros pontos, como o frete mínimo rodoviário, para tentar encerrar a paralisação dos caminhoneiros.
O projeto, elaboradora pelo executivo, foi fruto de um acordo costurado pelo governador Luiz Fernando Pezão (MDB) com representantes das transportadoras de combustível e do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Rio (Sindicarga). A votação era prevista para hoje (29), mas os parlamentares apresentaram 66 emendas e muitos questionaram se a redução de ICMS também não deveria ocorrer para o gás de cozinha, a gasolina e o etanol. A matéria poderá ser apreciada amanhã (30), embora dependa de acordo na reunião dos líderes partidários.
Com a redução da alíquota proposta, o Rio de Janeiro se equipararia à São Paulo e Espírito Santo, estados vizinhos que cobram 12{69386ad192db6c447fd6d404a6ebc86b266e8745e05dbe7a07c3f2a4a8f32d21} de ICMS sobre o diesel. O governo estadual diz, em nota, que a proposta atende reivindicações da classe de trabalhadores e é fruto de uma ação rápida do governador que, desde o início da paralisação, “mantém reuniões diárias de negociação com representantes dos caminhoneiros”.
Tomaz Silva/Agência Brasil








Único baluarte vivo, dos grandes baluartes que iniciaram a trajetória das escolas de samba na capital paulistana. Seo Carlão da Peruche e o radialista Moises da Rocha, acham difícil uma “virada” para as tradições dos desfiles do samba de raiz. Até porque, o atual formato de comercializar o Carnaval no Sambódromo do Anhembi, não permite. Uma pela detentora rede de televisão. Que é quem paga pelo direito das transmissões dos desfiles, mas com exigências que vão na contramão da prática do verdadeiro samba tradicional. Outra pelos altos preços cobrados no valor dos ingressos nas arquibancadas e outros acessos para o público está mais direcionado a classe média e alta para assistir o espetáculo.
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